Reflexão sobre o estado do País

 Acho que vale a pena escutar e reflectir sobre as palavras de Frei Fernando Ventura… um homem e um padre de inteligência, sabedoria  e coragem que diz sem papas na língua e sem artificialismos de púlpito aquilo que analisa, pensa e sente.
Vale mesmo a pena!
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4 respostas a Reflexão sobre o estado do País

  1. Ilda Coelho diz:

    Isabel, realmente somos um país onde vale mais ter do que ser. Qualquer dia somos mesmo, como diz Frei Ventura, um país de barracas com submarino à porta.
    O que mais me preocupa é que toda a gente diz mal mas ninguém tende a agir.
    Comportamo-nos como ovelhas a caminho do matadouro.

    Eu dou o meu contributo.
    Faço parte de um movimento de cidadania.

    Beijinhos

    • Querida Ilda
      De facto vivemos momentos difíceis e é preciso fazer alguma coisa. Por isso achei tão importante divulgar para reflexão. O que o Frei Ventura nos disse de forma tão incisiva e transparente mexe connosco!
      Cada um deve encontrar a forma de intervir para que o país não se afunde mais do que já está…
      … até mesmo através da música, embora possa parecer lirismo.
      Os artistas, pela sua sensibilidade, perseverança e trabalho têm um importante papel na sociedade… um papel de alerta… um papel de sensibilização… um papel pedagógico (para mais quando se é artista e professor) e um importantíssimo papel de lutar para promover a cultura que é a base para a edificação de uma sociedade consciente, viva e activa, capaz de reflectir, avançar e progredir.
      Tenho saudades de a ouvir tocar e aos seus alunos…
      Abraço apertado e “venha sempre”!
      Saudades
      Isabel

  2. Jac diz:

    “Pulgas Amestradas
    Se colocarmos várias pulgas numa pequena caixa de cristal, poderemos ver como saltam sem cessar contra as paredes e o tecto da caixa. Se depois de algum tempo as tiramos da prisão e as deixamos em liberdade poderemos ver que só executam saltos como os que faziam dentro da caixa. Acostumaram-se aos limites, habituaram-se às rotinas de uma experiência. Os amestradores condenaram as pulgas ao seu pequeno fracasso.”
    (Título e início de uma crónica de Miguel Santos Guerra, publicado em Janeiro de 2005) in http://terrear.blogspot.com/2006/12/pulgas-amestradas.html

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